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    <title>Yees</title>
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    <description>Yees, a incorporadora e construtora que está revolucionando o mercado imobiliário.</description>

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        <title>Yees</title>
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            <title>Como evitar acidentes nos canteiros de obra?</title>
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            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Thu, 04 May 2023 18:46:42 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Marketing Yees]]></dc:creator><category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category><category domain="tag"><![CDATA[ABRAINC]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Acidentes de Trabalho nas Obras]]></category><media:content url="https://yeesinc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/acidentes-obras-comuns-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://yeesinc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/acidentes-obras-comuns-1200x675.webp" length="133910" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Cortes nas mãos, pés, braços e pernas são os mais comuns em obras</p>
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            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://yeesinc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/acidentes-obras-comuns-1200x675.webp" alt="Acidentes mais comuns em obras" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p class="wp-block-paragraph"> <a href="https://www.cimentoitambe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/EPIs.jpg">NR 18 estabelece medidas para segurança e saúde no trabalho na indústria da construção.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>março de 2023</strong>, um acidente que matou um trabalhador de uma obra no <strong>Centro de Curitiba (PR)</strong> motivou o <strong>Ministério Público do Trabalho</strong> no Paraná (MPT) abrir uma investigação sobre o caso. Na ocasião, uma viga de sustentação caiu sobre o colaborador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 30 de março e 05 de abril de&nbsp;<strong>2023</strong>, a ABRAINC realizou a 24ª Pesquisa Acidentes de Trabalho nas Obras. O levantamento, feito em 956 obras onde trabalham 69 mil colaboradores, mostrou que nos números de acidentes por trabalhador em alguma parte do corpo foi registrado 0,2% de incidência.&nbsp;<strong>97% das empresas</strong>&nbsp;analisadas&nbsp;<strong>apresentaram taxas de gravidade</strong>&nbsp;– número de dias perdidos nos acidentes por milhão de horas trabalhadas – classificadas como muito boas. Ainda, 79% tiveram&nbsp;<strong>taxas de frequência</strong>&nbsp;– número de acidentes por milhão de&nbsp;<strong>HHT&nbsp;</strong>(Horas Homem Trabalhadas) –&nbsp;também classificadas como muito boas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roselaine Correa Alaminos, vice-presidente e engenheira civil da Yees! Incorporadora, enumera os acidentes mais comuns na construção civil:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Cortes de membros superiores, mão, dedos, torção</li>



<li>Quedas de diferença de nível</li>



<li>Queda de materiais</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com 23ª Pesquisa Abrainc Acidentes de Trabalho nas Obras, feita em 977 canteiros de obras, onde trabalham cerca de&nbsp;<strong>72 mil funcionários</strong>, os acidentes envolvendo as mãos (incluindo dedos) são os mais comuns, com taxa de&nbsp;<strong>0,07%</strong>. Em seguida, vêm os pés (incluindo dedos), com 0,03%. Os acidentes com braços e pernas representam 0,02%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o&nbsp;<strong>Ministério Público do Trabalho no Paraná (MTP-PR)</strong>&nbsp;aponta que problemas como falta de rede ou equipamentos de proteção, elevadores com fosso desprotegido, escadas sem corrimão e condições precárias de higiene e de estrutura são as irregularidades mais comuns e que causam&nbsp;<strong>acidentes</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas e Normas para evitar estes acidentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar acidentes, Roselaine afirma que existem medidas de controle e boas práticas como treinamentos/&nbsp;<strong>Diálogo Diário de Segurança (DDS)</strong>&nbsp;/ avaliação diária no canteiro de toda a liderança. Ao mesmo tempo, Roselaine acredita que os principais desafios são a conscientização da liderança e dos colaboradores, falta de investimento em&nbsp;<strong>treinamento e equipamentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde&nbsp;<strong>janeiro de 2022</strong>, passou a valer a nova versão da&nbsp;<strong>NR 18</strong>, norma que diz respeito à segurança e saúde no trabalho na indústria da&nbsp;<strong>construção</strong>. Uma das medidas previstas nesta norma é a exigência de carga horária mínima para treinamento para o exercício de cada&nbsp;<strong>atividade</strong>. Com isso, o treinamento inicial deve ser de quatro horas, além de ser presencial. Além disso, é necessário fazer uma reciclagem a cada dois anos, sempre mostrando os riscos ao qual estará exposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)&nbsp;</strong>tem que ser assinado por um técnico de segurança do trabalho em obras com até&nbsp;<strong>10 funcionários</strong>&nbsp;e no máximo&nbsp;<strong>7 metros de altura</strong>. Acima disso, deve ser feito por engenheiro de segurança do trabalho.</p>
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